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Untitled [Lena Vanelslander ]
One life to live
One dream to die
in the land of plenty
where all is a lie
try it
conquer society's greatness
all you will find
is you get no reward
for living the lie
I do adore a good summer ...
The sun,
the warmth
cheer up my mind
like a wild buffoon.
Even the longing the travel
rises again.
Sleep comes gently
gliding away
in oblivion's blessing.
§§
De como justificar-se para o não uso do google tradutor
Poesia é realmente intraduzível:
Perde-se em som [melopéia] perde-se em imagem [fanopéia] dado que a língua mesmo é quem é desenhada na tradução. Um dos modos da perda da logopéia [como já dito: a dança do intelecto entre palavras] é exatamente a agilidade que o poema perde quando traduzido. Perde-se enfim a graça do ouvir a língua bem recitada, ela, quem amamos ou odiamos.
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Lena Vanelslander é belga, de Ghent, conterrânea daquele monumento chamado Merguerite Youcernar que, assim como Proust pesa à tradição posterior – no sentido de fazer sombra, de provocar trauma nos processos dos seus sucessores – nossa jovem poeta deve inquietar-se ao ler as Memories d’Hadrien daquela primeira mulher a fazer parte da Academia Francesa por causa de suas contribuições históricas na língua de Stendhal.
Como jovem poeta de um país desenvolvido, sua escrita de algum modo desloca-se como crítica ao que de “mórbido” há onde as pessoas crescem, se reproduzem e morrem em função da manutenção de um certo padrão comum à sua elite que, ao contrario do Brasil, é maioria.
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Tal como ela se apresenta:
postagem de gilson figueiredo
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pois é... para traduzir poesia só fazendo como o fez augusto de campos com e.e.cummings: uma intradução.
ResponderExcluirVale lembrar que nenhum tradução PERFEITA é possível, sendo a perfeição um fetiche e a tradução a base de todo e qualquer fenômeno de linguagem.
ResponderExcluirAté, keep the groove.